terça-feira, 22 de julho de 2014

O que é curetagem e em quanto depois a mulher pode engravidar?

O que é curetagem e em quanto depois a mulher pode engravidar?

Normalmente a curetagem é realizada após um aborto e o tempo para tentar engravidar novamente pode variar de acordo com a recomendação médica

Curetagem é um procedimento médico utilizado para a raspagem da cavidade uterina. Normalmente, é realizado para retirar os restos placentários de um aborto. 
Também pode ser usado para diagnóstico, quando o tecido é retirado para análise das causas de um sangramento no endométrio, por exemplo. Porém, hoje em dia o método está sendo substituído pela histeroscopia, um exame de imagem realizado com câmera.
A curetagem é realizada no hospital e utiliza anestesia. A recuperação é rápida e a paciente pode receber alta no mesmo dia, a não ser que tenha tido um sangramento importante ocasionado pelo aborto. Existem dois métodos de curetagem. A tradicional é feita com uma colher utilizada para raspar o interior do útero. A segunda opção é uma aspiração intrauterina que suga os restos da placenta. Esse método é mais moderno e há menos chances de lesar o útero e o endométrio.
A paciente submetida à curetagem tem um sangramento que tende a ir diminuindo e dura de 7 a 12 dias. “Se o sangramento for muito intenso, aumentar durante o período de recuperação ou a paciente tiver febre, é preciso investigar”, alerta o Dr. Marcelo Steiner, membro da SOGESP, Associação de Ginecologia e Obstetrícia de São Paulo.

Quanto depois da curetagem a mulher poderá tentar engravidar novamente?

Teoricamente, depois da curetagem a paciente deve esperar pelo menos um ciclo menstrual, para que o endométrio sangre de maneira regular, para engravidar novamente. Alguns médicos mais cautelosos indicam que espere até 90 dias para o útero se preparar para uma nova gestação.
Embora a curetagem seja um procedimento simples é também invasivo e sempre há risco de causar algum tipo de lesão no útero, causando infertilidade ou maior dificuldade para engravidar. “Quanto mais curetagens realizar maior o risco de aborto nas futuras gestações, pois ela pode deixar pequenas cicatrizes no útero, aumentando as chances de ter problemas como a Placenta Prévia ou a Placenta de Baixa Inserção”, afirma o Dr. Marcelo Steiner. “Embora atualmente as chances sejam bem pequenas, há também o risco de furar o útero durante o procedimento ou as paredes colarem uma na outra durante a cicatrização”.

domingo, 20 de julho de 2014

Ovodoação

Ovodoação compartilhada: uma realidade aceita pela sociedade que beneficia ambas as mulheres

As razões que levam uma mulher a necessitar de óvulos doados para que possa realizar seu projeto maternal têm se ampliado nos últimos tempos. Tais indicações se estendem desde as que envolvem os fatores genéticos, que podem justificar a opção pela doação de oócitos, aquelas ligadas essencialmente ao envelhecimento ovariano e que abrigam o maior leque de situações, onde a única alternativa para o processo reprodutivo fica restrita à aceitação de óvulos doados. “Também não podemos deixar de destacar as mudanças no comportamento social da mulher, onde um exaustivo preparo profissional tornou-se necessário para enfrentar as questões de gênero que norteiam o desigual mercado de trabalho, e que levam a retardar seu projeto de maternidade”, enfatiza o especialista em Reprodução Humana, Vinicius Medina Lopes, do Instituto Verhum.Essa postura, comprovada em muitos países, cede aos anseios reprodutivos apenas quando a mulher alcança o momento de maior estabilidade no campo profissional, de modo a enfrentar as limitações impostas pelos afastamentos no período grávido-puerperal. “Hoje, constata-se que a mulher engravida cada vez mais tarde, ao atingir o período de declínio de sua vida reprodutiva, quando é elevado o risco reprodutivo materno-fetal, sobretudo no que tange às cromossomopatias. Assim, considerável número de mulheres com dificuldades de conceber procura os serviços de reprodução assistida”, explica Dr. Vinicius.Na Catalunha (Espanha), a percentagem de mulheres que tiveram seu primeiro filho após os 35 anos aumentou em 30% nos últimos cinco anos (Barri et al.,2002). Nos Estados Unidos, a idade média da mulher ao ter o primeiro filho aumentou de 21.4 anos, em 1975, para 24.9 anos em 2000 (Speroff & Fritz, 2005). No Brasil, segundo pesquisa da Marplan, 57% das mulheres de 20 a 29 anos possuíam uma criança de um ano de idade. Em 1998, esse percentual caiu para 44%. Por outro lado, entre mulheres na faixa de 30 a 44 anos, no mesmo intervalo de tempo, esse percentual aumentou de 31 para 40% (Granato,1998).Uma série de alternativas tem sido utilizada para melhorar o prognóstico reprodutivo, preservando na prole a herança genética do casal, quando a mulher decide engravidar ao atingir faixas etárias mais elevadas. O uso das técnicas de reprodução assistida, em especial a fertilização “in vitro” (FIV) e suas variantes, como a ICSI, o “assisted hatching” e a doação de citoplasma tem resultados controversos. O envelhecimento folicular, indiscutivelmente, representa um obstáculo que empobrece as chances de gravidez mesmo diante de recursos mais avançados.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Modelos de como usar cachecois e lenços

Nesse frio gostoso não dá pra sair por aí sem estar bem agasalhado, né? Um acessório queesquenta bastante e pode mudar a aparência do seu look é o cachecol (ou o lenço). Combinado com um sobretudo ou com casacos pesados os cachecóis são a garantia para se proteger do frio e continuar DIVA E FINA sem precisar usar umas 5 blusas uma em cima da outra hahahaha. 









segunda-feira, 14 de julho de 2014

Chocolate Quente #Brincando na cozinha


INGREDIENTES

2 Xicaras (chá) de leite
3 colheres (sopa) de chocolate em pó
2 colheres de açucar
1 caixa de creme de leite
canela agosto (pau ou em pó)

domingo, 13 de julho de 2014

O que é Síndrome do ovário policístico?

O que é Síndrome do ovário policístico?

Sinônimos: Síndrome de Stein-Leventhal, doença polifolicular ovariana
A síndrome de ovário policístico (SOP) é uma doença na qual há um desequilíbrio nos hormônios sexuais femininos. Esse desequilíbrio hormonal pode causar alterações no ciclo menstrual, alterações na pele, pequenos cistos nos ovários, dificuldade para engravidar e outros problemas.

Causas

Os hormônios sexuais femininos incluem estrogênio e progesterona, assim como hormônios chamados andrógenos. Os andrógenos, frequentemente chamados "hormônios masculinos", também estão presentes em mulheres, mas em quantidades diferentes.
Os hormônios ajudam a regular o desenvolvimento normal de óvulos nos ovários durante cada ciclo menstrual. A síndrome de ovário policístico está relacionada a um desequilíbrio nesses hormônios sexuais femininos. Um excesso de hormônio andrógeno é produzido, junto com alterações em outros níveis hormonais.
Não está completamente claro por que ou como ocorrem as alterações nos níveis hormonais.
Os folículos são bolsas dentro dos ovários que contêm óvulos. Normalmente, um ou mais óvulos são liberados durante cada ciclo menstrual. Isso é chamado de ovulação. Na síndrome de ovário policístico, os óvulos nesses folículos não amadurecem nem são liberados dos ovários. Em vez disso, eles podem formar cistos muito pequenos no ovário.
Essas alterações podem contribuir para a infertilidade. Os outros sintomas deste distúrbio ocorrem devido aos desequilíbrios hormonais.
As mulheres geralmente são diagnosticadas quanto têm entre 20 ou 30 anos, mas a síndrome de ovário policístico também pode afetar adolescentes. Os sintomas frequentemente surgem quando começam os períodos menstruais de uma menina. As mulheres com este distúrbio frequentemente têm uma mãe ou irmã que têm sintomas semelhantes àqueles da síndrome de ovário policístico.

Exames

Em um exame pélvico, o médico pode observar o clitóris dilatado (muito raramente) e ovários dilatados.
Diabetes, pressão arterial alta e colesterol alto são descobertas comuns, assim como ganho de peso e obesidade.
Peso, índice de massa corporal (IMC) e circunferência abdominal são úteis na determinação dos fatores de risco.
Níveis de hormônios diferentes que podem ser examinados incluem:
  • Níveis de estrogênio
  • Níveis de hormônio folículo estimulante (FSH)
  • Níveis de hormônio luteinizante (LH)
  • Níveis de hormônio masculino (testosterona)
  • 17-cetosteroides
Outros exames de sangue que podem ser realizados incluem:
  • Glicose em jejum e outros exames de intolerância à glicose e resistência à insulina
  • Níveis de lipídios
  • Teste de gravidez (HCG)
  • Níveis de prolactina
  • Testes de funcionamento da tireoide
Outros testes possíveis:
  • Ecografia vaginal para observação dos ovários
  • Laparoscopia pélvica para observação mais detalhada e possivelmente biópsia dos ovários

Sintomas de Síndrome do ovário policístico

Alterações no ciclo menstrual:
  • Falhas na menstruação, geralmente com um histórico de se ter um ou mais períodos menstruais normais durante a puberdade (amenorreia secundária)
  • Períodos menstruais irregulares que podem ser mais ou menos frequentes, variando de muito leves a muito intensos
Desenvolvimento de características sexuais masculinas (virilização):
  • Tamanho reduzido das mamas
  • Aprofundamento do timbre da voz
  • Hipertrofia do clitóris
  • Aumento de pelos no peito, abdome e face, assim como ao redor dos mamilos (chamado hirsutismo)
  • Rareamento dos cabelos, chamado calvície de padrão masculino
Outras alterações na pele:
  • Acnes que pioram
  • Marcas escuras ou grossas na pele e dobras ao redor das axilas, nas virilhas, no pescoço e nas mamas devido à sensibilidade à insulina

Buscando ajuda médica

Marque uma consulta com o médico se você apresentar sintomas desse distúrbio.

sábado, 12 de julho de 2014

batons que estão em alta no inverno 2014

Já faz algum tempo que cada vez mais mulheres vêm aderindo aos botons. E não é para menos, basta passar uma boa base (pode ser as que vêm com protetor solar), um rímel, blush e um belo batom e você está pronta, seja para o trabalho ou para sair à noite. Muitas são adeptas das cores claras como o nude, rosa clarinho e cor de boca, mas hoje especialmente viemos falar das cores escuras e que farão a cabeça das mais modernas nesse outono/ inverno.
 Muitas mulheres tem medo de ousar quando o quesito é batom, algumas dizem achar lindo, mas que não combinam com elas, outras tem medo de borrar e ficar parecendo com uma palhaça de circo.  Deixe essas ideias de lado e ouse! Tenho visto cada vez mais as barreiras sendo quebradas e o que ajudou muito foi a moda do batom vermelho que fica bem em todas, desde as mulheres que tem um estilo mais clássico ou básico até as mais fashionistas.
 .Os roxos estão super em alta desde o começo do verão e prometem continuar firmes e fortes no outono/inverno. Ele vem em varias versões, desde os mais escuros até os mais claros, foscos, brilhantes e por ai vai.... É um tom bastante ousado, então se você tem um estilo mais básico e não gosta de chamar atenção é melhor não apostar nesse tom. Já se você adora ser diferente e usar tendências, essa é a cor





O laranja assim como roxo é uma cor do verão que promete continuar na boca das brasileiras nesse 
outono/inverno. Como em todos os casos as variações são muitas, os tons mais claros ficam ótimos nas loiras e os mais vivos e fortes ficam um arraso em mulheres com pele de morena a negra
O  tom cereja é aquele que fica entre o vinho e o vermelho aberto. O tom também pode variar com uma pegada mais rosa escuro. É um tom glamouroso, no melhor estilo diva. Alavanca qualquer look

sexta-feira, 11 de julho de 2014

Por que uma mulher não consegue engravidar?

Por que uma mulher não consegue engravidar?

A constatação de problemas de fertilidade só é feita pelo especialista em reprodução humana. Exames auxiliam a revelar as causas e a traçar diagnósticos precisos
Muitos casais se deparam com um fato inesperado quando decidem ter um filho: a infertilidade permanente ou temporária. Normalmente, a mulher que não faz uso de métodos contraceptivos pode levar até 12 meses para engravidar. “Em princípio, mulheres que utilizam anticoncepcionais orais, podem engravidar assim que o uso das pílulas for interrompido. Já os anticoncepcionais injetáveis de aplicação mensal ou trimestral podem ter um efeito cumulativo no organismo”, explica o médico Joji Ueno, diretor da Clínica Gera.Se a gravidez não vier naturalmente, em um ano, o casal deve procurar ajuda médica. Ou mesmo antes, se houver suspeita de alguma causa de infertilidade, como por exemplo, cirurgia abdominais anteriores. Antes de desistir do sonho de ter um bebê, o casal deve saber que infertilidade não significa incapacidade permanente de concepção. Por isso é preciso procurar auxílio profissional para investigar as causas que dificultam a gravidez e partir para o tratamento mais adequado e, se necessário, para a fertilização in vitro.
A constatação de problemas de fertilidade só é feita com acompanhamento médico e exames que podem revelar as causas e traçar diagnósticos precisos para cada disfunção. "A infertilidade, masculina ou feminina, pode ser revertida em muitos casos. Com tratamento adequado, as chances de gravidez chegam a 30%, mesma taxa de um casal que não apresenta problemas", afirma o especialista em reprodução humana.
Causas da infertilidade feminina
Problemas ovulatórios, obstruções na trompa, doenças uterinas, infecções no colo do útero e fatores imunológicos estão entre as principais causas de infertilidade feminina. "Muitas mulheres apresentam dificuldades para ovular causadas pela Síndrome dos Ovários Policísticos ou por disfunções na tiróide ou nas glândulas supra-renais", diz Joji Ueno, que também é Doutor em Medicina pela Faculdade de Medicina da USP.
As obstruções nas trompas podem ser causadas pela endometriose ou algum tipo de aderência que dificulte a mobilidade, ou seja, o transporte do óvulo até o útero que é realizado pela trompa. Em alguns casos, os problemas estão localizados no útero, causados por miomas e pólipos. “As infecções do colo do útero também impedem a gravidez porque deixam o muco vaginal hostil, não permitindo a sobrevivência e a passagem do espermatozóide”, afirma o médico.Há casos também em que a mulher não engravida porque seu sistema imunológico entende o espermatozóide como um intruso e o rejeita. Somados aos fatores biológicos, segundo o médico, estão também o uso de drogas, álcool, remédios sem prescrição e hábitos de vida sedentários que podem causar infertilidade também.
Exames auxiliam o diagnóstico
O médico especialista em reprodução humana, após ouvir o problema do casal, pode investigar várias das hipóteses citadas anteriormente antes de atestar a infertilidade do casal ou de definir um tratamento. "Contamos, hoje, com uma série de exames que apontam onde está a dificuldade feminina para a fecundação", diz Joji Ueno.O primeiro exame, a histerosalpingografia, revelará a mobilidade e permeabilidade da trompa, atestando se ela permite ou não a entrada do espermatozóide para a fecundação do óvulo. Se nenhuma anormalidade for identificada, os exames seguintes monitorarão a ovulação, as dosagens hormonais e o controle do ciclo menstrual. “Aqui, o médico necessita do ultra-som, que averigüa o crescimento dos folículos do útero e o funcionamento das glândulas”, explica o médico.
O diagnóstico completo pode ocorrer com a laparoscopia ginecológica. “Este exame só é feito quando os anteriores não esclarecem a causa da infertilidade feminina e o espermograma do parceiro não apresenta problemas”, esclarece Joji Ueno.A laparoscopia é muito empregada no diagnóstico de doenças existentes no interior do abdômen como a endometriose, miomas, cistos de ovário, dor pélvica aguda ou crônica, aderências genitais e também no diagnóstico de infertilidade. Por se tratar de um exame minimamente invasivo, a videolaparoscopia é considerada praticamente um procedimento ambulatorial, em termos de recuperação. Nos casos onde há a necessidade de realizar procedimentos cirúrgicos empregando esta técnica, a internação da paciente é necessária. “Após uma avaliação médica completa, que inclui exame ginecológico e uma avaliação pré-anestésica, o exame é realizado sob anestesia geral”, explica o médico.Quando a paciente está anestesiada, uma pequena incisão é feita no interior da cicatriz umbilical. Uma agulha é colocada e através dela é feita a insuflação do abdômen com gás carbônico. O gás empurrará as alças intestinais para cima, longe dos órgãos genitais, permitindo a inserção de uma ótica acoplada a uma micro-câmera com o monitor. “Esta micro-câmera aumenta a visão do médico em até 20 vezes, para que ele avalie com precisão as trompas, os ovários e o útero”, afirma Joji Ueno.
Quando o procedimento estiver terminado, apenas um ou dois pontos serão dados na incisão do umbigo e suprapúbica, colocando-se apenas uma espécie de band-aid como curativo. “Se durante o exame, alguma anormalidade for percebida pelo médico, ela poderá ser corrigida e a laparoscopia diagnóstica se torna cirúrgica”, conclui   BJOKASS

Tag: 5 coisas que estou amando/Junho


quinta-feira, 10 de julho de 2014

sapatos tendência inverno 2014


É só a temperatura cair que elas já logo saem do armário, não é? Todo mundo já transforma o guarda-roupa em um verdadeiro arsenal de aquecimento corporal e é claro que as botas, sempre quentinhas, são presença obrigatória. Mas como e quais usá-las neste outono-inverno?
Os modelos estão cada vez mais diversificados, com cores, cortes, aplicações e texturas. E apesar da liberdade da moda, de poder usar aquilo que gosta mais, algumas versões sempre ganham destaque na vitrine.

 A maxibota é perfeita para ser usada com calças bem justas ou mesmo saias e vestidos – e até shorts, dependendo do seu grau de ousadia. “E há alguns modelos com a opção de dobrar a parte superior do cano, podendo ajustar o tamanho de acordo com a preferência de cada pessoa”De quebra, as maxibotas ainda afinam as pernas. Só as mais baixinhas que devem tomar um pouco de cuidado. O ideal é que prefiram modelos com sola meia-pata para que ela fique mais alongada e não usar as versões cujo cano fique acima dos joelhos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Look outono e inverno 2014

Oi meninas o inverno começou no sábado, 21 de junho, e vai até setembro. O frio mesmo ainda não chegou para ficar na maior parte do Brasil, mas calma que ele ainda vai chegar e você vai pode apostar no bom e velho jeans e também nas botas estilo coturno, tênis e demais calçados com o salto embutido, que aparecem agora em modelos bem mais modernos do que os vistos anos atrás.
Também vale a pena investir em um bom jeans com lavagens e com pegada mais “destroeyd” que vem com tudo para mais uma temporada. Os modelos mais soltinhos, como as calças boyfriend por exemplo, também estão dominando, use com um salto para um visual mais chique e com um tênis para criar um look mais despojado.
Os calçados que são a cara dos dias mais frios são sempre as botas e os tênis, e vale investir nos modelos estilo coturno, tênis e botas com o salto embutido! Eles modernizam e deixam nossos looks mais joviais, vale a pena adquirir um bom calçado para durar por muitas estações, pois esses modelos vieram para ficar!
Veja abaixo alguns looks com os calçados que serão a cara da temporada e as peças em jeans que você deve investir:




cheesecake de limão com negresco

Ingredientes:
. 1 envelope de gelatina em pó branca
. 2 pacotes de bolacha de chocolate moído (negresco)
. 60 g de manteiga derretida
. Óleo para untar
. 300 g de cream cheese em temperatura ambiente
. 200 g de iogurte natural
. 1 lata de leite condensado
. Suco de 3 limões
. Geléia de framboesa (ou frutas vermelhas)
. 1 caixinha de framboesa

tag: uma só palavra

Perguntas:
    • 1. Onde está seu celular?
    • 2. Seu parceiro?
    • 3. Seu cabelo?
    • 4. Sua mãe?
    • 5. Seu pai?
    • 6. Seu objeto preferido?
    • 7. Seu sonho da noite passada?
    • 8. Sua bebida predileta?
    • 9. O carro dos seus sonhos?
    • 10. O quarto onde você está nesse momento?
    • 11. Seu ex?
    • 12. Seu medo?
    • 13. Oque você deseja ser em 10 anos?
    • 14. Com quem você passou a noite passada?
    • 15. O que você nao é?
    • 16. O você fez por ultimo?
    • 17. Oque você está usando?
    • 18. Livro predileto?
    • 19. A ultima coisa que você comeu?
    • 20. Sua vida?
    • 21. Seu humor?
    • 22. Seus amigos?
    • 23. Em que você está pensando nesse momento?
    • 24. Oque você esta fazendo nesse momento?
    • 25. Seu verão?
    • 26. Oque está passando na sua TV?
    • 27. Quando você sorriu pela ultima vez?
    • 28. Quando você chorou pela ultima vez?
    • 29. Escola?
    • 30. O que você esta escutando nesse momento?
    • 31. Atividade predileta dos finais de semana?
    • 32. Profissão dos seus sonhos?
    • 33. Seu computador?
    • 34. Do lado de fora da sua janela?
    • 35. Cerveja?
    • 36. Comida mexicana?
    • 37. Inverno?
    • 38. Religião?
    • 39. Ferias?
    • 40. Em cima da sua cama?
    • 41. Amor?

segunda-feira, 19 de maio de 2014

Endometriose

Definição

Endometriose é uma condição na qual o tecido que age como a mucosa que reveste a parede interna do útero (endométrio) cresce em outras regiões do corpo, causando dor, sangramento irregular e possível infertilidade.
Essa formação de tecido (implante) normalmente ocorre na região pélvica, fora do útero, nos ovários, no intestino, no reto, na bexiga e na delicada membrana que reveste a pélvis. Entretanto, os implantes também podem ocorrer em outras partes do corpo.

Causas, incidência e fatores de risco

Todo mês, os ovários produzem hormônios que estimulam as células da mucosa do útero (endométrio) a se multiplicarem e estarem preparadas para receber um óvulo fertilizado. A mucosa aumenta de tamanho e fica mais espessa.Se essas células (chamadas de células endometriais) crescerem fora do útero, surge a endometriose. Ao contrário das células normalmente encontradas dentro do útero que são liberadas durante a menstruação, as células fora do útero permanecem no lugar.
Elas, às vezes, sangram um pouco, mas se curam e são estimuladas novamente durante o ciclo seguinte.
Esse processo contínuo provoca os sintomas da endometriose (dor) e pode causar cicatrizes (aderências) nas trompas, ovários e estruturas ao redor na pélvis.A causa da endometriose é desconhecida, mas existem diversas teorias. Uma delas afirma que as células endometriais liberadas durante a menstruação podem "voltar para cima" através das trompas de Falópio para dentro da pélvis. Elas, então, são implantadas e crescem na cavidade pélvica ou abdominal. Isso é chamado de menstruação retrógrada.
Ela ocorre em muitas mulheres, mas pode haver algo diferente no sistema imunológico das mulheres que desenvolvem a endometriose em comparação ao sistema imunológico das que não apresentam a doença.
A endometriose é um problema comum. Às vezes, ela pode ser passada para as gerações seguintes de uma mesma família. Embora, normalmente, a endometriose seja diagnosticada entre 25 e 35 anos, a doença provavelmente começa quando a menstruação regular inicia.
Uma mulher cuja mãe ou irmã tem endometriose apresenta seis vezes mais probabilidade de desenvolver endometriose do que as mulheres em geral.Outros possíveis fatores de risco:
  • Começar a menstruar muito cedo
  • Nunca ter tido filhos
  • Ciclos menstruais frequentes
  • Menstruações que duram sete dias ou mais
  • Problemas como hímen não perfurado, que bloqueia a passagem do sangue da menstruação

Sintomas

A dor é o principal sintoma das mulheres com endometriose. Pode incluir:
  • Menstruações dolorosas
  • Dor no baixo abdome ou cólicas que podem ocorrer por uma semana ou duas antes da menstruação
  • Dor no baixo abdome durante a menstruação (a dor e as cólicas podem ser incômodas e uniformes ou intensas)
  • Dor durante ou após a relação sexual
  • Dor ao evacuar
  • Dor pélvica ou lombar que pode ocorrer a qualquer momento do ciclo menstrual
Observação: Em muitos casos, não há sintomas. Na realidade, algumas mulheres com casos graves de endometriose nunca sentem dor, enquanto outras com endometriose leve sentem dor intensa.Testes que são realizados para diagnosticar a endometriose:
A laparoscopia é realizada quando uma cirurgia menos invasiva é desejada. Também é chamada de cirurgia do "band-aid" porque apenas pequenas incisões precisam ser feitas para acomodar os instrumentos cirúrgicos usados para visualizar o conteúdo abdominal e realizar a cirurgia.

 Tratamento

As opções de tratamento incluem:
  • Medicamentos para controlar a dor
  • Medicamentos para impedir que a endometriose piore
  • Cirurgia para retirar as áreas de endometriose
  • Histerectomia com retirada dos dois ovários
O tratamento depende dos seguintes fatores:
  • Idade
  • Gravidade dos sintomas
  • Gravidade da doença
  • Se você deseja ter filhos
Algumas mulheres que não desejam ter filhos e que apresentam um grau leve da doença e dos sintomas podem optar por fazer apenas exames periódicos uma ou duas vezes por ano para que o médico verifique se a doença não está piorando.
Os sintomas podem ser controlados com:
  • Exercícios e técnicas de relaxamento
  • Medicamentos anti-inflamatórios não esteroides (AINE), como ibuprofeno, naproxeno, acetaminofeno ou analgésicos receitados para aliviar a cólica e a dor
O tratamento pode envolver a interrupção do ciclo menstrual e a criação de um estado similar àgravidez. Isso é chamado de pseudogravidez e pode ajudar a impedir que a doença piore. Para isso, são usadas pílulas anticoncepcionais com estrogênio e progesterona.
  • Você deve tomar o medicamento, de forma contínua, durante seis a nove meses e parar de usá-lo por uma semana para menstruar. Os efeitos colaterais são spotting (manchas de sangue), sensibilidade nos seios, náusea e outros efeitos colaterais hormonais
  • Este tipo de terapia alivia a maioria dos sintomas da endometriose, mas não evita as cicatrizes (aderências) causadas pela doença. Ela também não reverte as alterações físicas que já ocorreram
Outro tratamento envolve comprimidos ou injeções de progesterona. Os efeitos colaterais podem ser incômodos e incluir depressão, ganho de peso e spotting (manchas de sangue).
Para algumas mulheres, podem ser receitados medicamentos que impedem a produção de estrogênio pelos ovários. Esses medicamentos são chamados de drogas agonistas de gonadotropina e incluem acetato de nafarelina (Synarel) e Lupron Depot.
  • Alguns possíveis efeitos colaterais incluem sintomas de menopausa, como ondas de calor, secura vaginal, alterações de humor e perda precoce de cálcio dos ossos
  • Em razão da perda de densidade óssea, esse tipo de tratamento geralmente é limitado a seis meses. Em alguns casos, ele poderá ser prolongado por até um ano se pequenas doses de estrogênio e progesterona forem receitadas para reduzir os efeitos colaterais de enfraquecimento ósseo
A cirurgia é uma opção para as mulheres que apresentam dor intensa que não diminui com o tratamento de hormônios ou que desejam engravidar agora ou no futuro.
  • Uma laparoscopia ou laparotomia pélvica é realizada para diagnosticar a endometriose e retirar ou destruir todo o tecido relacionado à endometriose e o tecido cicatricial (aderências)
  • As mulheres que têm doença ou sintomas graves e não querem ter filhos no futuro podem fazer a cirurgia para retirada do útero (histerectomia). Um ou os dois ovários e as trompas de Falópio também podem ser removidos. Uma em cada três mulheres que não retiraram os dois ovários durante a histerectomia apresentará os sintomas novamente e precisará de cirurgia mais tarde para remover os ovários

Evolução (prognóstico)

A terapia hormonal e a laparoscopia pélvica não curam a endometriose. Entretanto, elas podem aliviar os sintomas de modo parcial ou completo em muitas pacientes por vários anos.
Retirar o útero (histerectomia), os dois ovários e as trompas de Falópio é a melhor chance de cura da endometriose. Talvez seja necessário fazer terapia de reposição hormonal depois da remoção dos ovários. Em casos raros, a doença pode voltar, mesmo após a histerectomia.
A endometriose pode causar infertilidade, mas não em todas as pacientes, principalmente se for leve. A cirurgia laparoscópica pode ajudar a aumentar a fertilidade. A chance de sucesso depende da gravidade da endometriose. Se a primeira cirurgia não ajudar a engravidar, será pouco provável que repetir a laparoscopia ajude. As pacientes devem considerar outros tratamentos para infertilidade.

Complicações

A endometriose pode causar dificuldades para engravidar (infertilidade). Outras possíveis complicações:
  • Dor pélvica crônica ou prolongada que interfere na vida social e no trabalho
  • Cistos grandes na pélvis (chamados de endometriomas) que podem sofrer ruptura
Outras complicações são raras. Em alguns casos, os implantes da endometriose podem causar obstruções no trato gastrointestinal ou urinário.
Muito raramente, um câncer pode se desenvolver nas áreas de endometriose após a menopausa.

Ligando para o médico

Marque uma consulta com seu médico se:
  • Você apresentar sintomas de endometriose
  • A dor nas costas ou outros sintomas voltarem a ocorrer depois de tratar a endometriose
Considere a possibilidade de fazer exames de detecção precoce de endometriose se sua mãe ou irmã tiverem sido diagnosticadas com endometriose ou se você não conseguir engravidar após um ano de tentativas.

Prevenção

As pílulas anticoncepcionais podem ajudar a impedir ou retardar o desenvolvimento da doença.

Referências


Lobo R. Endometriosis: etiology, pathology, diagnosis, management. In: Katz VL, Lentz GM, Lobo RA, Gershenson DM. Comprehensive Gynecology. 5th ed. Philadelphia, Pa: Mosby Elsevier; 2007:chap. 19.

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